perco-me em laços enredados por
piratas pilhando mares pintados por contrabaixos caóticamente ritmados
a luz azul da lua na escuridão de escadas invisiveis em que
apenas olhos floridos as vêem e
uma mão dada guia companheiros élficos a
perfumes enebriantes ao som de ponteiros metronomicos perdidos em brumas de cynthia
e apenas resta um vago odor a morangos, um pequeno sabor a bordeaux
relembrando os tesouros escondidos, os tesouros a ser descobertos
enterrados em manjedouras cujas portas apenas serão abertas na quebra de triângulos
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