Home
Gosto desta parte da letra.
Another aeroplane
Another sunny place
I'm lucky I know
But I wanna go home
I got to go home
Let me go home
I'm just too far from where you are
I wanna come home
And I feel just like I'm living someone else's life
It's like I just stepped outside
When everything was going right
And I know just why you could not
Come along with me
This was not your dream
But you always believed in me
Another winter day has come
And gone away
And even Paris and Rome
And I wanna go home
Let me go home
Darn, sangrar do nariz. Ontem acordei à 1,30 da manhã pra ir comprar um KitKat à BP. Desejos... Sou tipo Maria, engravido assim à toa, deve ser do tempo.
Michael Bublé - Love
As coisas que me passam pla mente na hora do lobo são tipicamente sexo e poesia, portanto juntei ambos e deve dar tipo...sei lá.
Ville Valo e Natalia Avalon fazem a cover da famosa música da Nancy Sinatra com Lee Hazelwood.
Summer Wine. O homem tem charme, há que admitir. Gosto imenso da música e do vídeo.
Redundante? Sabe bem apreciar o Nada das palavras, e apreciar o Tudo dos gestos.
E agora...silêncio.
Que não se vai cantar nada. Simplesmente, dormir.
CoF - A Bruise Upon the Silent Moon (instrumental)
Amy Winehouse - Love is a losing game (Original Demo)
Quero chocolate. Ou straciatella.
Dance music. My own personal favourites.
Moloko - Forever More
Mais para meio da noite...
DJ Tiesto - Adagio For Strings
Para o final da noite um trancezinho para acabar em beleza...
Talamasca - Aries
Indeciso entre o mamilo (espigão) ou o lábio inferior (argola). Devo ir para o mamilo por ser mais discreto, gosto do discreto e escondido. A outra prenda? O ter acordado.
feels great being single and all that jazz
tirei a noite pra tirar o juízo ao pessoal, completamente
a taste of honey, derrete-me a alma
keep dreaming wide awake
A voz dela recorda-me de tempos idos, dos tempos de Ella Fitzgerald com o seu Let it snow. Um cigarro, um martini, um sofá, dois dedos de conversa. That's gonna be my night.
A perfect night.
Simplesmente...
...acordar
Nick Cave - Song of Joy
Simplesmente...
...adormecer
Dream Theater - Wait For Sleep
Porque Silence 4 dá-me sempre uma nostalgia imensa, mas duma forma que me faz sorrir. Dá-me vontade de cantar e abanar a cabeça enquanto danço caóticamente ao som destes acordes ritmados da minha adolescência. Esta é das minhas favoritas deles, tenho é pena de nunca mais ter ouvido a voz da moça, gosto da voz, é doce.
Reassuring.
Esta é de longe a melhor parte:
I guess I was trying to keep me alive
But once I was dead there was nothing to do beside
Picking me up and lying me down
Waiting for some angel
To wake me and say to me
"Hello. Don't be scared. I want you to know, you're not dead."
Kiss me, is this a dream?
Ai...nostalgia destas músicas quando eu ainda andava no 6º...7º...
Estou a sorrir :)
hoje apetece-me trabalhar, mas estou aqui a escrever, contradição?
3 da manhã, já passou a hora do lobo pelo que não posso dar uso do vodka como manda a tradição.
Um pouco de poesia nocturna sabe sempre bem.
A quem gosta de cenários bucólicos, luares frios e geadas artisticas.
"The Forest Whispers My Name" by Cradle of Filth
Black candles dance to an overture
But I am drawn past their flickering lure
To the breathing forest that surrounds the room
Where the vigilant trees push out of the womb
I sip the blood-red wine
My thoughts weigh heavy with the burden of time
From knowledge drunk from the fountain of life
From Chaos born out of love and the scythe
The forest beckons with her nocturnal call
To pull me close amid the baying of wolves
Where the bindings of Christ are down-trodden with scorn
In the dark, odiferous earth
We embrace like two lovers at death
A monument to the trapping of breath
As restriction is bled from the veins of my neck
To drop roses on my marbled breast
I lust for the wind and the flurry of leaves
And the perfume of flesh on the murderous breeze
To learn from the dark and the voices between
This is my will...
The forest whispers my name... again and again
Nada como um copo de vinho quente, uma brisa gelada, dois sorrisos e uma boa conversa. E obviamente uma floresta acromática desejosa que lhe dêem uma côr digna de Dali.
tropecei nesta música à pouco. gostei.
Claudio Simonetti - La Terza Madre
I'm a kid sometimes.
From the spring of the water of life.
He who overcomes will inherit all this...
And I will be his God... and he will be my son."
E viver tem muito mais que se lhe diga do que simplesmente existir. Atingir o máximo do meu potencial. Pois ao contrário do que me diz o munhá que tem uma ideia um tanto limitada da mente humana, em que gere a capacidade do intelecto por pontos limitados que ou se gasta numa skill ou noutra. Eu penso que a mente humana é algo ilimitada, fléxivel, e com uma capacidade de registar tudo ad eternum. E quem mais senão um Deus, senão Eu o próprio Universo, teria tamanho poder de controlar o seu mundo, a sua vivência apenas com um pensamento?
A mínima diferença entre pensamentos acaba por mudar por completo todo o rumo de um rio. E para isso, para que preciso eu de religião, no sentido de adorar um outro Deus que não Eu?
Engraçado, como para a ideia de transmitir uma ideia religiosa, muitos usam a mesma maneira. Quando me construírem um altar, a melhor maneira de me adorarem será não irem e viverem, pura e simplesmente. Mas podem sacrificar umas galinhas do Pingo Doce.
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Hã 3a, isto bate o teu Lusocentrismo =P Vou ter saudades tuas na grande instituição do IST e nas belas aulas de AQ2 a gozar com a Maria de Lurdes =P.
Ora, por vezes o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos. E muitas das vezes sabendo deste nosso problema escolhemos para nós aquilo que sabemos que invariavelmente iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que - aqui entre nós - é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de dez anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou foram as expectativas que nós criámos em relação a ela. Impressionados?
Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é dificil - dizem - é saber quando gostam de nós e quando afirmo isto, bebo logo dois "dry" Martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil, porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem "Ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho", nem "Ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada" nem "Ai que não vi a tua chamada não atendida". Quando se gosta de alguém - mas a sério, que é disto que falamos - não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há SMS que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque não recebi as flores que pensava não serem pra mim, porque não estava em casa quando tocaste.
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de impossibilitar o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém - e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos porque nada nem ninguém é mais importante que nós.
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no Metro de hoje por Fernando Alvim
Yeah, I know I'm evil. We all are.
Pousar. Exalar. Chegar-me à frente. Olhar para o fundo do espelho e ver a resposta.
É bom ter certezas na vida. Muita gente não as tem.
Eu sei quem sou. Eu sei o que sou.
Eu sinto.
Ao som de um piano recosto-me de novo.
Deixar os violinos, violoncelos e tons orientais inundarem o meu chá.
Just remember, that death is not the end
O que eu me ria!! O mesmo que eles se riram quando confundi desculpa com porco.
Irony's a bitch.
Rainha é Korolheva em russo, e Keralhieta em sérvio.
Lembrei-me duma cena caricata.
"Ah está bem, espero-te no LTI."
"Ok, quando sair do lab vou aí ter."
....
8 da noite
...
"Onde estás!?"
"No Monte Abraão a entrar no carro, porquê?"
"Tás a gozar não estás?!"
"Ups..."
Agora tem piada. Na altura nem tanto. lol
Hoje quis pedir desculpa ao russo só mesmo para treinar e chamei-lhe porco.
Svinia é porco
Izvini é desculpa.
Tenciono tanta vez acordar cedo, e acordo manhã dentro. Falha-me a força de vontade, ou ganha-me o cansaço, é escolher uma delas e tentar justificar a preguiça para me sentir menos mal. Carro, oiço a Rádio Marginal, um jazz calminho enquanto o Sol me encadeia. Comboio, leio o belo do Destak. Guardo-o e fico a admirar as pessoas à minha volta com ar de quem não tem vida no olhar. Passo na estação da Damaia e olho para um prédio amarelo a tentar ver alguma arte que por lá passe. Passo em Sete Rios e penso "Há tanto tempo que não vou ao zoo.". Saio em Entrecampos, bebo um café no quiosque, saio a pé e apanho sol até ao IST. Chego ao lab, descarrego a mala e peço desculpa pela tardia chegada. Vou tomar café. Trabalho. Almoço. Café. Trabalho. Café. Trabalho. É de noite.
Passo pelo Pingo Doce e compro um Kit Kat de 51cents. Sento-me no jardim do Arco do Cego a sentir-me erregelar, a apreciar a sol-i-tude dos meus dias. Comboio. Carro. Rádio Marginal até casa. Recosto-me na garagem a ouvir jazz durante uns minutos. Desligo. Abraço os meus cães. Jantar. Café. Álcool. Nicotina. Chocolate. Conversa. Conversa. Disparate. Conversa.
Deitar-me tarde.
Acordar tarde.
Cefaleias, náuseas, ansiedade, tonturas, fotossensibilidade, confusão, agitação, bocejos, zumbidos, distúrbios visuais, aumento de apetite, mal-estar, hipostesia, palpitações, fadiga, rubor, astenia, alucinações, euforia, pesadelos, insónia, ejaculação retardada, tremores, boca seca, taquicardia, síncope, coma, aumento de tendencias suicidas, etc etc etc
jesus, ainda morro da cura Oo
Como ninguem lê isto, não vejo utilidade em fazer greve.
Hoje esqueci-me. E com isso lembrei-me.
Há sonhos, memórias e realidades. Um dia deitar-me-ei. Um dia esquecer-me-ei.
E também serei esquecido.
Mas para já.
Lembrar-me de me deitar, de dormir, de comer chocolate enquanto converso, de beber martini e cantar Sinatra, de me rir dos típicos tópicos alucinados, de me rir do facto de eu não saber sussurrar, apenas falar mais baixo mas sempre com a minha voz grave.
Lembro-me no acampamento de verão, de vez em quando alguém gritava "Rui *inserir asneira*! Aprende a sussurrar!" ao que eu respondia falando baixo "Assim!?".
Sim, comigo ao lado, não se dorme.
For all the wrong and right reasons.
Cafeína, Etanol, Nicotina.
Música.
Hoje, nem a sertralina me acalma a inquietação da alma.
Curiosamente é da sua sobredosagem. Vim a descobrir.
Sabe bem acordar ao som de música calma passarinhos e quê não é?
Yeah right. Acordei com este som.
Nada como ganhar energia logo de manhãzinha.
I am the Thorn.
Para adormecer ajuda primeiro deitar-me.
E assim será o meu mote amanhã.
And still the days, those lonely days - they go on and on
And guess who sighs his lullabies - through nights that never end
My fickle friend, the summer wind
Hoje, a noite está calma. Apenas se sente o luar escondido.
Quem sabe a de amanhã?
sentidos quais anatemas que me povoam o subconsciente mortificado do final da semana.
simplesmente, sensorium, sensori que me confudem a razão a cada inalação da nicotina nocturna. capricórnio por vezes subjuga-se a sagitário. mas apenas durante uns instantes, apenas até de madrugada.
e com o fim comecei.
o ínicio de um novo dia, de um novo sorriso perante a renovada madrugada, perante a renovada perspectiva de um dia diferente, de que perante a nação talvez a razão prevaleça.
e talvez, e talvez um dia, um sussurro se torne um suspiro.
Epica - Sensorium
Hoje a ouvir jazz na radio marginal pensei num conceito. O coração é uma nação, maior ou menor, depois existem as emoções estrangeiras que são conquistadas ou que nos conquistam. Algumas ainda inexploradas encontram-se distantes, apenas atingíveis após a conquista de emoções que se encontram plo caminho.
Hoje declaro bancarrota nesta nação. Simplesmente apagar nestes últimos dias de trabalho, álcool, e cafeína em excesso.
Today is the end of everything. From the cradle to enslave.
Tropeçar num beijo desconhecido e descobrir poesia no seu olhar. Tropeçar num olhar desconhecido e descobrir poesia no seu beijo.
Tropeçar, cair, levantar, seguir em frente.
E tropeçar de novo.
"What I Always Wanted" by Kittie
Hoje pensei. Tenho segredos, alguns só algumas pessoas sabem, alguns só uma pessoa sabe, alguns ninguém sabe. Mas acima de tudo, eu sei, eu sei o que as pessoas sentem e pensam, eu sei. Indigo é a minha côr.
Hoje eu sei, mas ontem e amanhã também.
Não sei. Já acordei assim...
Deitar-me. Amanhã acordo outra vez.
RATM - Wake up
Os gajos da bolsa enervam-me...

