sorri...olhei nos olhos...acenei como quem diz, até amanhã, mas com um olhar nostálgico como que adivinhando o futuro. caminhou para a rua solarenga de uma tarde de verão.
vá, depois combinamos qualquer coisa. sorrio outra vez. Adeus.
mais um dia passa, mais uma hora se arrasta e apanho outra vez o comboio apinhado de desconhecidos desaparecidos arrastando-se para o quotidiano irrequieto e monótono das suas simples vidas.
saio numa estação que nunca saí antes. atravesso meia cidade a pé apenas para respirar ares que não costumo respirar. o cinzento do meu mundo confunde-se com o cinzento da cidade e as cores de novos olhares são meros oásis na imensidão de deserto da civilização metropolitana citadina concumbina.
novas oportunidades surgem. possibilidades de conhecer novos cinzentos, cinzentos mais frios, mais brancos, mais russos. quem diria que a cor vermelha do cobre me traria uma réstia de branco sobre o cinzento tornando-o mais claro e menos taciturno. não fosse eu barba ruiva diria que talvez fosse ironia do destino. mas já lavei as minhas mãos nas suas ondas. há coisas que simplesmente temos que navegar no mais calmo dos mares. sinto que a vida é um mero copo de água, sem necessidade de tempestade.
vá, depois combinamos qualquer coisa. sorrio outra vez. Adeus.
mais um dia passa, mais uma hora se arrasta e apanho outra vez o comboio apinhado de desconhecidos desaparecidos arrastando-se para o quotidiano irrequieto e monótono das suas simples vidas.
saio numa estação que nunca saí antes. atravesso meia cidade a pé apenas para respirar ares que não costumo respirar. o cinzento do meu mundo confunde-se com o cinzento da cidade e as cores de novos olhares são meros oásis na imensidão de deserto da civilização metropolitana citadina concumbina.
novas oportunidades surgem. possibilidades de conhecer novos cinzentos, cinzentos mais frios, mais brancos, mais russos. quem diria que a cor vermelha do cobre me traria uma réstia de branco sobre o cinzento tornando-o mais claro e menos taciturno. não fosse eu barba ruiva diria que talvez fosse ironia do destino. mas já lavei as minhas mãos nas suas ondas. há coisas que simplesmente temos que navegar no mais calmo dos mares. sinto que a vida é um mero copo de água, sem necessidade de tempestade.
mas não me testem.
| La peinture de ma vie Je me souviens comme si était aujourd’hui. Je regarde ma peinture et, quelques moments après, je suis en imaginant la scène qui a motivé ma peinture. C’était été. Nous étions à la terrasse comme nous faisons encore aujourd’hui quand il fait beau. Mes enfants couraient à la champagne qui entourait notre maison. Jean-Michel, de 7 ans, avait des pantalons blancs mais, avec tout le jeu, étaient déjà sales. Son bleu pull était avec petites feuilles, car il aimait se rouler. Catherine, plus jeune, était une vraie princesse. Ses 4 ans lui donnaient un visage de poupée. Aussi ses tresses blondes, ses yeux bleus et sa robe rose complétaient le portrait. Elle courait avec son frère. - Maman ! Maman ! - Oui, mon cher. Qu’est-ce qui se passe ? - Qu’est-ce que vous peinte ? - Je peins notre arbre avec la balançoire. Et si vous vous comportiez bien, peut-être je vous peindrais aussi. - C’est vrai, maman ? - Oui ! Va, laissez-moi, je peins. Et la joie que j’ai vue dans leurs yeux ce jour-là, c’est la joie que j’ai transmise dans la peinture. Les couleurs vivantes sont la vivacité de mes enfants. Je suis attentive à la balançoire. Elle me fait souvenir de mon mari jouant avec Catherine. Quel rire ! |

1 oscilações:
Gostei tanto deste post... :)
Post a Comment